Eu amo listas! Na faculdade meus amigos me conheciam pelos "top 5" hilários que eu era viciada em fazer.
Tenho 2 livros super legais pra quem curte listas: O livro das listas, da Editora Record e Os dez mais, que não me lembro a editora e nem achei a foto, mas é muito bacana também.
Como o primeiro trimestre acaba na 13ª semana, com a 14ª iniciamos o segundo trimestre sem nem comentar sobre este fechamento aqui no bloguito.
Nada melhor que uma listinha então para celebrar a passagem. Com comentários, claro!
Os cinco melhores momentos do primeiro trimeste
1. Aquele segundo em que eu vi a segunda listrinha do teste de gravidez aparecendo
Pra quem está tentando engravidar e já fez uns dez testes de gravidez antes, todos eles tendo aparecido apenas a primeira listra, ver a segunda listrinha surgindo, rosinha claro, discreta, é uma emoção sem tamanho. Parece mentira, parece que estamos alucinando, vendo coisas. Rola aquele minuto de ficar olhando mesmo pra ter certeza que, sim, é um positivo! Inesquecível.
2. Uma das primeiras noites em que o marido querido foi falar com o bebê e disse: "Luke, I´m your father"
Sim, somos nerds e adoramos a saga Star Wars e, por essa razão, chamamos nossa pessoinha carinhosamente de Luke ou Lea (os gêmeos que são os personagens principais da primeira trilogia). Para abreviar, o apelido do bebê é Luke. E caiu uma lágrima ao vê-lo assim, espontaneamente, reproduzindo um dos diálogos mais famosos do cinema. (É favor esquecer que o Darth Vader é um vilão, que cortou a mão do próprio filho, blá blá, o que importa é a lindeza do momento!)
Quem quiser saber qual a cena, está aqui. (a famosa frase está em 1:50)
3. Ver o bebezinho, formadinho, e ouvir o coração pela primeira vez, na primeira ultrassonografia.
Eu tinha o positivo em mãos, eu estava com milhares de sintomas desagradáveis que indicavam diariamente que algo muito importante estava acontecendo em meu corpo. O cansaço indicava que havia um grande trabalho sendo feito aqui dentro - uma vida, iniciando. Mas ainda precisamos dessa confirmação visual, que engraçado! Além disso, a curiosidade em saber se era um único bebê (vai que, né!) e se estava bem implantado, com o embriãozinho lá. E, ver este embrião, aquele formatinho característico de feijão, com o coraçãozinho tão minúsculo batendo, ouvir aquele ritmo...sinceramente, não há palavras para descrever. E o ineditismo da situação. Primeira gestação da vida dos dois, tudo novo, tudo inédito. Ah, que lindeza!
4. Ver o bebezinho já com todo o jeito de um bebê, inclusive se movimentando todo serelepe, na segunda ultrassonografia.
Desta vez não teve o ineditismo, não teve aquela novidade toda. Mas sim, foi desta vez que vimos a pessoinha parecendo uma pessoa toda formada, em miniatura. Mãos, coluna vertebral, costelas. O perfil, com testa nariz e lábios. Impossível não se emocionar inclusive no momento em que digito essas linhas. Era nosso, era lindo, estava lá. Nosso filho ou filha (que importa?) estava lá, nadando em seu espaço, inclusive brincando com as perninhas. Me emocionei muito, me senti muito grata e feliz por poder viver esta emoção nesta vida!
5. Acordar um belo dia e perceber o corpo completamente diferente, ao olhar no espelho.
Perceber a perfeição e beleza da natureza em ato, se atualizando em você, transmite uma confiança incrível. E a sensação é bem essa: apesar de todo o turbilhão de sintomas e emoções, as primeiras semanas de gravidez não trazem uma mudança visível, exterior, em nosso corpo. E de um dia para o outro você consulta o espelho e está lá: os seios diferentes, a barriga saliente. Essa primeira descoberta do quanto o próprio corpo está mudando foi bem emocionante.
Está registrado! O Top 5 primeiro trimestre.
Vambora pro segundo então!
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27/01/2014
13/01/2014
A 13a Semana ou A Família
Após tantas delícias na 12ª semana, esta foi serena e de comemorações. Foi a semana do Natal. Estive com minha família, tanto pais e irmãos como também tios e primos que praticamente só vejo nesta fase do ano.
Tive um encontro com minhas duas amigas mais queridas do mestrado, uma delas está grávida de 9 semanas e tem sido muito bom poder compartilhar ideias e acontecimentos com elas.
Ganhei alguns presentes, inclusive umas roupas de gestante que amei, mas a pessoinha ganhou muito mais. Uma almofada de amamentação diferente daquele U que eu conhecia, muitas roupinhas, mamadeira...voltei pra casa com a sacola cheia!
Foi muito bom estar em família já com uma barriguinha, todos comentando, fazendo carinho e parabenizando. Me senti num mar de energia boa.
Nesta semana, iniciei o uso de creme anti-estrias. Pesquisei um pouco na internet a opinião de outras gestantes, pois estava inclinada em pedir aos meus parentes que moram fora para trazerem o creme Mustela para mim, mas achei o preço muito salgado. Neste post do blog Meu Parasita (blog que adoro diga-se de passagem!), a Carol deu a dica de um outro creme que custa muito menos do que o Mustela. Deixei um comentário lá, ela rapidinho respondeu e pronto, comprei por metade do preço do Mustela não apenas um, mas TRÊS potes do Tummy Butter for Stretch Marks, da Palmer´s. É esse aqui ó:
Pra quem não tem parentes para trazer ou não vai para o exterior, ele é vendido pelo ebay e entrega no Brasil. Como a Carol falou, ele é bem pesadão, fica a sensação de pele amanteigada, uma espécie de película mesmo onde você passa o creme. Eu tive dificuldade para usar no primeiro dia, pois achei ele muito duro. A partir do segundo dia, esfrego as mãos uma na outra, aquecendo-as, e consigo passar o creme tranquilamente (fica a dica!). No verão do Rio de Janeiro, confesso que quando está muuuuito quente eu não passo de dia, só antes de dormir. Fora isso, passo todos os dias na barriga, seios (sem deixar esbarrar nos mamilos, onde não se deve passar nada) e quadris, onde tive estrias na adolescência.
Além do auto-cuidado, que é muito importante, é uma delícia ficar alisando a barriguinha passando creme, poder se olhar diante do espelho e curtir o corpo mudando.
Essa foi a última semana inteira passada no ano de 2013...para encerrar, uma tirinha muito bonitinha que rolou no facebook. Não somente os bens materiais, que não são muitos, mas suficientes, mas esse ano merecia um imenso agradecimento geral, por tanta coisa boa que aconteceu!
10/01/2014
A 12a. Semana ou Tudo se encaminha...
Como disse no texto anterior, comecei a 12ª semana em outro clima (bipolar, eu???). Era uma semana muito aguardada. Faríamos a ultrassonografia de tranlucência nucal e teríamos a consulta com a Médica Obstetra que trabalha em parceria com Enfermeira Obstetra que está me acompanhando.
Queria ter feito a ultra antes da consulta, mas não consegui, pois marcar uma ultra aqui no Rio é uma missão quase impossível só conseguida com 1 mês de antecedência. Fui à consulta sozinha, por opção, pois eu queria trabalhar com a médica alguns dos medos que expus aqui e preferia fazer isso sem o marido presente. Como o horário e o local da consulta não eram muito bons pra ele, foi perfeito.
Fiquei muito impressionada com esta consulta médica. Foi a segunda vez que fui numa obstetra humanizada (visto que fiz meu acompanhamento pré-concepcional com uma também, maravilhosa, porém menos experiente), de onde saí mais feliz e mais confiante do que entrei.
Já cheguei de cara despejando minhas questões com hospital e cesariana, meus incômodos com enjoo, acne excessiva e um mestrado totalmente atrasado por falta de disposição. Ela começou falando comigo sobre o parto, sobre quais as indicações de cesárea e, principalmente, COMO é tomada esta decisão e realizada a cirurgia, nos padrões que ela considera ideais para a mãe e o bebê. Nem preciso dizer que o bebê não é separado da mãe (a não ser em caso de necessidade de UTI, reanimação, etc), não precisa rolar aquele período de "recuperação da anestesia", no qual algumas mulheres chegam a ficar 6, 8, 10 horas longe de seus filhos, o bebê não vai para berçário, a menos que eu queira, etc. Me explicou como se dá a avaliação de um parto complicado, que deve ser interrompido, conversamos sobre as mil complicações que me davam caraminholas na cabeça, enfim, foi redentor.
Conversamos também sobre valores e nossa (falta de) possibilidade financeira. Ela foi super aberta a negociar os valores, baseando-se no que o plano reembolsaria, visto que está dividindo o acompanhamento com a EO (que por eu ter mais vínculo e consultas mais frequentes, ficará com a maior responsabilidade no acompanhamento). Falamos sobre a Enfermeira Obstetra, que recebe muitas críticas de alguns meios aqui do Rio, mas que pelo vínculo e experiência foi com quem eu me afinei mais e em quem ela confia e não tem nada a dizer de sua conduta, sobre os incômodos da gestação (como disse antes, acne e enjoo que ainda persistem - e eu confesso que -me iludi- pensei que com 12 semanas tudo magicamente desapareceria). Enfim, foi importantíssimo, transformador, tranquilizador e tudo o mais de bom que, por mais que eu imaginasse que seria, nunca pensei que me trouxesse logo no primeiro encontro a tranquilidade que me faltava, a cereja do bolo, sabe?
E pra terminar, conseguiu escutar os batimentos cardíacos do bebê com o sonar. Antes ela me preparou, disse que talvez não conseguisse ouvir, por ser bem pequenininho ainda. Mas não. Logo que encostou o aparelhinho, procurou, vieram eles, fortes, ritmados, lindos...muita alegria. Saí do consultório levitando!
Pra fechar a semana maravilhosa, tivemos a ultra. Engraçado que antes eu estava ligeiramente tensa e um pouquinho ansiosa pelo exame, pois coisas graves podem ser diagnosticadas e rola um medinho, né? Mas saí da consulta tão confiante que tinha certeza absoluta que estaria tudo bem, fui pra ultra como quem vai pra confirmar o que já sabe. Daí a importância de um bom pré-natal. Faço uma pausa no relato pra dizer que algumas pessoas que buscam um parto natural e sabem da quase impossibilidade de consegui-lo pelo convênio às vezes preferem pagar o parto e não o pré-natal. Eu discordo radicalmente. Um pré-natal que te coloca medos, no qual o profissional sempre desconfia da sua capacidade de parir, sempre traz pra mulher os riscos, a doença, vai minando seu parto e não adianta pagar a melhor equipe depois que o estrago pode já estar feito. Acho que um bom pré-natal, que te traga confiança e alegria, sem mentiras, com clareza, com explicações reais do que está acontecendo, do que pode acontecer, é fundamental e só assim a mulher pode de fato dizer que ESCOLHEU esta ou aquela opção de parto. Pois escolher cesariana tendo sido alertada pelo médico durante 9 meses de como o parto normal é dolorido, perigoso e ultrapassado, na verdade é uma escolha enviesada, conduzida por outra pessoa, na minha opinião. Mas eu realmente milito e acredito que a mulher tem que ter direito de escolha sobre seu corpo, total e irrestrita e que esse direito é dela e não do marido, do médico, da mãe, etc. Desculpe o intervalo!
Voltando, tivemos então a ultra, onde vimos nossa pessoinha linda, toda cheia de movimentos, pernas, braços, mãozinhas, pezinhos, coluna vertebral, costelas, o que é aquilo gente? Se mexia tanto que deu um trabalhão pra médica medir a tal da TN, o que adoramos, pois ficamos curtindo o bebezinho e babando, né! Mas ao final conseguiu medir e está 1,3 mm, dentro de todos os parâmetros de normalidade, para nossa alegria!
Tirei a primeira foto de barriga, que uso para fechar o texto, no intuito de dividir um pouco dessa emoção e alegria com minhas poucas e queridas leitoras!!!
07/01/2014
A 11a. Semana ou A Sombra
Mesmo atrasadinha, retomo a postagem das semanas de gestação, para não perder o fio da meada!
A 11ª semana foi de sombra. Sombra como diz a Laura Gutman em seu excelente livro A Maternidade e o Encontro com a Própria Sombra. Foi a semana em que eu faria 30 anos e isso mexeu muito comigo.
Não foram os 30 anos que mexeram comigo, não, eu já estava os esperando e os vivendo há algum tempo. Foi a questão da comemoração. Explico: sou daquelas que AMAM aniversário, faz mil comemorações, com todos os grupos de amigos diferentes, conta os dias desde quando faltam 6 meses pra chegar, fala pra todos que a data está chegando, dentre outros excessos comemorativos.
Daí que eu estava sem vontade NENHUMA de comemorar. Não que não houvesse felicidade suficiente ou motivos pra comemorar, mas eu estava vibrando em outra frequência, com vontade do silêncio, da intimidade, do "menos", do reservado. Mas eu comecei a me cobrar muito pois, sendo o último aniversário sem filhos (assim espero!), eu teria como uma obrigação o ato de comemorar, "aproveitar", como tantos dizem, que ainda não tenho um bebê em casa.
E comecei a pensar como será no ano que vem. Como será o bebezinho mais ou menos aos 5 meses (em dezembro de 2014)? Será bonzinho? Poderemos ter uma festinha em casa? Poderemos jantar fora? Eu terei vontade ou possibilidades de sair? Já vai estar próximo da minha volta ao trabalho, como estarei? Enfim, loucuras mil, viajei total e fiquei numa de viver o ano seguinte, sem pensar no que estou vivendo AGORA.
Uma amiga muito querida, com quem divido um trabalho com mulheres que gestam (gestam filhos, gestam gravidezes, gestam adoções - um trabalho muito bonito, modéstia a parte!), me trouxe uma reflexão muito importante, que me ajudou demais a sair desse pensamento.
O que ela me disse foi que gestar é ter em si o futuro. É estar com o futuro dentro da gente, pois sempre se atualiza um plano, um projeto, uma imagem pra aquilo que estamos gestando. Mas que, mesmo assim, é importante não tirar os olhos, os pés e o corpo do presente, senão ficamos aterrorizadas ou encantadas ou tantos outros sentimentos relacionados ao futuro, que esquecemos de nós mesmas hoje, no presente. Não sei se ficou confuso, mas fez todo o sentido para mim.
Não tenho sido uma gestante ansiosa, nervosa, esperando sempre a próxima etapa, não. Tenho conseguido viver uma espera boa, uma coisa de cada vez, com alguma serenidade. Mas a questão do meu aniversário trouxe justamente esta inquietação: comemorar agora, para antecipar uma vontade de comemorar no futuro que pode não ser satisfeita, por ter um bebê nos braços. Totalmente sem sentido, né?
A amiga então sugeriu que eu fizesse sim uma comemoração, já que eu amo comemorar, mas no clima em que eu estava, de reserva e de intimidade. E resolvi, com ajuda dela, comemorar com um piquenique num lugar bem bonito aqui do Rio, o Museu de Arte Moderna. Poucos amigos, comidinha gostosa, estava um clima ameno, tarde nublada. Foi muito bom. Fora isso tive um almoço na casa da minha mãe só com meus pais e irmãos, sem ninguém de fora, no mesmo clima - mais afeto, menos gente, menos confusão.
Foi perfeito, pois não passou em branco e pude ter uma outra experiência de celebração, tão importante quanto, mas menos acelerada, como nunca havia tido antes. E sim, vi que é totalmente possível comemorar de forma agradável com um bebezinho. Fiquei feliz e serena, e a semana se encerrou num clima bem diferente do que começou, com mais tranquilidade e mais um aninho de vida!
18/12/2013
A 10ª Semana ou As mudanças
As mudanças começaram!!! E de um dia para o outro, muito de repente.
Já vinha notando os seios um pouco inchadinhos, como na TPM. Mas de frente para o espelho, notei os mamilos bem mais escuros. Que legal!!! Até pensei que era coisa da minha cabeça, mas o marido confirmou (e minha mãe também na semana seguinte - grávida e exibida rs!). Percebi também que aquelas veias dos seios ficaram mais aparentes, percebo aqueles traços esverdeados bem fortes dos vasos. Muito interessante!
Essas mudanças corporais trouxeram uma reflexão bem forte...o corpo se prepara, todinho, para os processos fisiológicos. Essas mudanças nos seios favorecerão a amamentação. Pra quem nunca leu a respeito, o recém-nascido enxerga pouco, apenas vultos, e o mamilo mais escuro o orienta na hora de abocanhar o seio. Poxa, porque nos esforçamos tanto em negar o que nos é fisiológico? Porque se torna tão difícil amamentar? Vejo tantas inseguranças nas mães em relação ao peso do recém-nascido, curvas, padrões estatísticos que temos que seguir...Sei lá, fiquei pensando que nosso corpo vai fazendo tudo direitinho, a gente é que atrapalha ele!!! A falta de apoio familiar, o estímulo da indústria, o desespero, o cansaço, a sobrecarga da mulher. Não são poucos os entraves e os motivos para desistir da amamentação e longe de mim censurar quem não amamenta, até porque não sei como será comigo, apesar de desejar muito amamentar. Acho que, como em relação ao parto, temos que nos informar muito, conversar com os familiares, prepará-los e nos preparar também para dores e desconfortos, buscar profissionais que nos orientem bem e nos cercar de argumentos para os críticos de plantão, para que o aleitamento materno seja minimamente viável. Não adianta achar que é "natural" e pronto. Finalizo o assunto com a dica do excelente blog: Mamadeira Nunca Mais.
Voltando! No final desta semana, comemorei meu aniversário com a família. Não desejava fazer festa, estava introspectiva e, ao contrário de todos os anos, quis apenas almoçar com meus pais e irmãos. Foi uma delícia. Vi um dos meus irmãos que eu não via desde abril, foi bom demais. Ganhei lindos presentes das minhas irmãs, foi uma delícia, bem como eu queria. Pouca coisa, muito afeto.
Teve o encerramento de uma formação que faço para trabalhar com gestante, onde minha futura parteira é minha professora. Foi bem bonito este fechamento de ciclo também. Entrei no curso tateando o assunto, desejosa de engravidar no final do ano. Terminei já como doula, tendo acompanhado alguns partos na maternidade pública, com duas gestantes para acompanhar no início do ano que vem, e eu mesma uma gestante. Tudo tão diferente!
Fica a sensação de que cada semana é uma mudança, uma novidade...
12/12/2013
A 9ª semana ou A divulgação
A 9ª semana foi muito serena!
O fato de termos visto que está tudo bem com a pessoinha na ultra nos deixou muito tranquilos e radiantes.
Após muitos protestos dos nossos pais, deixamos que eles divulgassem a notícia para a família, pois vimos que seria impossível aguardar as 12 semanas.
A crença que está tudo bem, o otimismo e o desejo de não alimentar maiores temores contribuíram para liberarmos geral e contarmos para mais pessoas. Até então, só os íntimos que estavam sabendo!
Nossa família é imensa, temos dezenas de tios e centenas de primos e a notícia começou a correr!!!!
Contamos também em nossos trabalhos, recebemos tanto carinho que eu nem imaginei que seria tão legal! Muitas alegrias de todos os lados, foi realmente bem bom.
Comecei a sentir a barriga um pouquinho mais dura, algumas calças de cintura alta começaram a apertar.
Os enjoos diminuíram bastante e se reduziram somente à hora de acordar.
Alguns dias acordei com fome, outros um pouco enjoada, mas a sensação de bem-estar passou a ser mais presente do que o oposto.
Uma delícia!
Me percebi um pouquinho mais emotiva, como uma leve TPM, mas só em relação ao choro de emoção mesmo...vendo filmes, propagandas, lendo textos. Nada de irritabilidade como algumas mulheres comentam.
Entretanto, a notícia se espalhando e começam a chegar as histórias, os comentários, as opiniões e os palpites.
Soube que há um bottom inglês, distribuído pelo pessoal do Hypnobirthing, que diz: "Somente histórias de nascimentos felizes". Busquei na internet e ele realmente existe, é esse aqui ó:
Esse bottom é realmente bem útil!!!
10/12/2013
A 8a semana ou O Encontro
A semana do encontro! A semana tão esperada!
Voltei a trabalhar, bastante lenta de manhã e muito bem de tarde. Gosto do meu trabalho, me exige pouco, é flexível, com pessoas bacanas. Foi bom voltar!
A semana se arrastou, pois na 6a feira teria a primeira ultrassonografia.
Até que o dia chegou! Fomos eu e o marido, aquele nervosismo. Nunca havia feito ultra antes na minha vida, não sabia como era, toda nervosa.
A médica foi bem carinhosa, gentil. E quando introduziu a sonda, já apareceu na televisão (uma televisão enorme na parede), aquele formatinho, aquela cabecinha e o corpinho. Nem teve suspense, apareceu na hora.
Que alegria! Indescritível! Ficamos os dois boquiabertos, sem acreditar que era verdade mesmo, que o bebezinho estava ali.
A médica só elogiou, falou que estava super bem implantado, colocou o coraçãozinho para ouvirmos, mostrou ele pulsando. Muita emoção. Todos falam, mas só vivendo mesmo pra ter noção da beleza do momento.
Achei que eu ia chorar, já que me emociono à toa. Mas eu fiquei mais chocada mesmo, nem sei explicar. Achei tão grandioso, tão bonito! Como pode duas células, com metade de componente genético em cada uma, associadas ao amor, gerar isso? Não associadas somente ao amor romântico, mas ao amor que é desejo, que é vontade de estar junto, de compartilhar, que é disponibilidade, que é construção, admiração. Como pode produzir outra pessoinha assim?
Vi minha pessoinha. A pessoinha que fizemos. 2 centímetros. 176 batimentos cardíacos por minuto. De cabecinha pra baixo. Dentro de mim. Senti uma grandiosidade tão grande que não consegui chorar. Foi avassalador demais, não consegui nem falar nada.
Fomos almoçar e havia muitos adolescentes saindo da escola, indo para o mesmo restaurante que a gente. Barulhentos, aquela coisa chata de adolescente. Eu só olhava pra eles com uma ternura imensa...pensava: eles tiveram 2 cm um dia, são amados todo esse tanto que amo meu filhotinho agora. Sério, parecia que eu tinha usado alguma droga!!!!
Foi lindo demais! Gabriel filmou a parte final da ultra, depois que minimamente nos recuperamos do choque inicial e conseguimos clicar em botões do celular pra filmar - no início não conseguimos, os dois atrapalhados.
E sim, é um único feto, nada de gêmeos! E em dezembro teremos outro encontro. Decidimos, junto com a Enfermeira Obstetra, fazer a ultrassonografia de Translucência Nucal. Não é uma ultra super importante porque só traz estatísticas, não diz com certeza se tem ou não alguma síndrome. Mas achamos bom um novo encontro, para as opções de parto que fizemos, para irmos construindo a certeza de que está tudo bem.
Pra fechar a semana, tivemos um casamento e fiquei pasma de ver como meu corpo está em outro ritmo. Fiquei cansada de repente, precisava ir embora...muito diferente. Sinto que o corpo está sintonizado com a serenidade, com o silêncio, com o repouso, com a lentidão. Festa, barulho, música alta, não estava combinando, apesar da festa ter sido maravilhosa, com companhias incríveis, conversas animadas.
Em breve farei aniversário e está difícil conciliar esta sintonia com celebração de alguma espécie...
28/11/2013
A 7a semana ou A consulta
Percebi uma boa melhora em relação à semana anterior. O enjoo continuou, mas a indisposição melhorou e muito. O clima melhorou, o Sol saiu, ajudando a melhorar o humor. Tomei sorvete, tive vontade de comer mais coisas, me senti melhor. Ao acordar, o enjoo ainda vinha bem pesado, mas após o almoço eu me sentia muito bem. Mais feliz, mais bem disposta, mais animada.
Era uma semana de feriado nacional, decidimos ficar em casa mesmo, arrumar umas coisas do bebê que trouxemos da nossa viagem, outras muitas coisas que ganhamos do casal de amigos que tem um filhinho de 1 ano e tivemos a primeira consulta pré-natal.
A consulta foi ótima, descobri que emagreci 2 quilos desde que descobri a gravidez (me pesei no dia do resultado positivo). Conversamos muito, marido finalmente conheceu a Enfermeira Obstetra, tiramos dúvidas em relação a procedimentos pós-termo (após 41 semanas e 3 dias) - para quem se interessar: esperar nascer, com monitoramento mais frequente, chegando a acontecer a cada 2 dias após as 42 semanas - e conversamos sobre qual médica obstetra escolher, para fazer parceria com a Enfermeira Obstetra em nosso acompanhamento. Ela nos disse com quem sente mais confiança de trabalhar, gostamos da indicação, conversamos sobre valores das consultas e do parto, sobre como conversar com a família sobre nossas escolhas para o nascimento do bebê e chegamos ao assunto nevrálgico para mim: a cesariana.
Meu maior medo é precisar de uma cesariana. Detesto hospital, cirurgia, maca, soro na veia, médicos e enfermeiras que fazem coisas em você e não te explicam. Detesto não me sentir participando das decisões sobre meu corpo. Tenho verdadeiro pavor. Meu marido não fica atrás, detesta hospitais também.
Minha única experiência "cirúrgica" foi uma extração de siso e foi catastrófica. Fiquei tão nervosa que minha pressão subiu, piorando muito o sangramento e a dentista teve que interromper a cirurgia para conter um início de hemorragia, estabilizar minha pressão para depois continuar. Detalhe: eu não tinha nem 18 anos e minha pressão sempre foi baixa! A cada toque dela em mim eu pulava de susto, o que me fez levar muitas broncas. Ela e seu assistente conversando, com as mãos na minha boca e aquele cheiro de osso queimado, uma falta de ar...um filme de terror. Fiquei muito traumatizada!
Nunca fiquei internada e nunca passei por qualquer outra intervenção mais grave. Não tenho medo de tirar sangue em exames, já precisei tomar soro em 2 ocasiões na minha vida (mas em posto de saúde, com profissionais amigos que eu confiava totalmente), não é esse o problema. O problema é a vulnerabilidade. É me sentir um corpo sendo manipulado.
Mas sabemos que esta possibilidade existe. Segundo a OMS, cerca 15% de nascimentos por via cirúrgica é uma quantidade esperada, aceitável e previne mortes maternas e neonatais, logo não é uma percentagem tão baixa assim. Pode acontecer. Numa família de hipertensos e diabéticos (apesar de eu não ter nenhum problema de saúde até hoje), sei que algo pode acontecer e eu posso precisar de uma cesariana que, se bem indicada, irá salvar a minha vida e a do meu filho.
Mas eu tenho medo. Eu não quero. E eu preciso trabalhar isso em mim. A reflexão que a consulta me proporcionou foi bem profunda, eu não imaginava que tinha tanto bloqueio assim em precisar de uma cirurgia.
O que muitas mulheres já me relataram em relação ao parto, aquela ansiedade e medo de "o bebê está aqui dentro, como ele vai sair?", eu sinto em relação à cesárea. Espero que meu bebê possa sair pelo mesmo lugar que entrou, senão terei que me trabalhar muito para não ficar frustrada ou deprimida.
Agendada a cesárea não será, isto tenho certeza. Mas podem acontecer complicações que durante o trabalho de parto façam com que a cesariana seja bem indicada. Isso que me preocupa.
Mas temos um longo caminho pela frente para nos preparar. Para adquirir confiança e saber que vamos conseguir!
27/11/2013
A 6a semana ou A indisposição
Ainda bem que retornei de viagem! No dia que cheguei já começou o combo enjoo + mal estar + sensação de ter sido atropelada por um caminhão. Vontade de ficar só deitada o dia todo, no escuro. Fui abençoada com duas coisas que me ajudaram muito: estar de férias e uma frente fria que, em pleno novembro, fez o Rio de Janeiro parecer Londres. Chuva, frio, delícia para ficar na cama, como meu corpo pedia.
O único problema era a alimentação: não comer piora e muito os enjoos, mas eles não fazem com que se sinta vontade de comer nada. Logo fica uma luta: preciso comer, sei que é importante comer, mas não desce. A visão ou cheiro de qualquer comida faz o estômago revirar. Fui por tentativa e erro e descobri que água de côco e abacaxi bem geladinhos desciam. Que azeitona era ótimo para aliviar o enjoo. E umas torradinhas às vezes desciam também. Mas foi dureza.
O que achei mais difícil, confesso, foi a parte emocional. Eu fiquei muito triste de estar me sentindo assim. Queria estar feliz, radiante, realizada com a gravidez e lá estava eu de pijama, descabelada, mau-humorada e enjoada (literal e figuradamente).
Minha mãe ligava e eu tentava ser positiva, não comentar do mal estar, mas era bem difícil. Não queria ficar reclamona.
Como o planejamento era permanecer durante toda esta semana em outra cidade, a primeira consulta do pré-natal foi marcada para a semana seguinte. Mas eu tive curso com a Enfermeira Obstetra no final da semana e foi ótimo: ela me acolheu e falou palavras fundamentais.
Disse que este processo inicial de divisão celular exige muita energia, que não tem nada a ver com estar deprimida ou ser dramática, o corpo nos pede o que ele precisa. Meu corpo precisava repousar, calar, ficar paradinho para a divisão celular acontecer e era isso que eu estava fazendo. Com um sorriso no rosto e palavras carinhosas, ela mudou o meu astral e me senti muito bem. Não que os enjoos tivessem melhorado, mas meu emocional que melhorou. Como é bom estar bem acompanhada!
Para finalizar a semana, espinhas, muitas espinhas. Dezenas, nas laterais do rosto, na testa, nas costas. Doloridas, inchadas, vermelhas, inflamadas. Haja base e corretivo, pois nenhum creme para acne pode ser usado durante a gestação, logo a única coisa que se pode fazer é lavar bem o rosto várias vezes ao dia com sabonetes para acne e disfarçar com maquiagem.
Resumo da 6a semana: pijama, muitos seriados no computador, muitas sonecas ao longo do dia e pouquíssima comida.
26/11/2013
A 5a semana ou As cólicas
A 5ª semana começou estranha. Eu estava muito serena e tranquila, confiante, feliz. Mas tive muitas cólicas, cólicas leves, mas que duravam o dia todo, mas laterais da barriga, bem embaixo. Claro que fiquei preocupada.
Eu planejava iniciar o pré-natal só depois da primeira ultrassonografia, após ver a implantação do embrião e tal. Já tinha marcado a ultra pra 8ª semana, mas ainda estava longe e essas cólicas me incomodaram um pouco.
Resolvi ligar para a Enfermeira Obstetra/Parteira que me acompanhará. Já nos conhecemos, sou aluna dela num curso e ela comemorou muito a gravidez e me tranquilizou. Falou que as cólicas são normais e que é por causa da implantação do embrião no útero, que todo o tecido uterino fica diferente e em algumas pessoas fica bem dolorido. Ufa, que bom!
Eu tinha uma viagem marcada há meses: uma grande amiga ia ter seu bebê e eu marquei minha passagem para a DPP dela, mesmo sabendo da incerteza do nascimento. O bebê nasceu 1 dia antes da minha chegada, parto natural, lindo, ótima recuperação.
Os enjoos começaram, de leve. Se ficava de estômago vazio, não sentia fome, mas enjoo. Qualquer coisa doce me parecia intolerável, logo eu que sou viciada em doces e não fico 1 dia sem beliscar alguma coisinha.
Senti também um pouco mais de cansaço, de maneira geral. Uma necessidade de descansar, de diminuir o ritmo.
Foi muito interessante acompanhar uma recém-parida estando grávida. Uma sensação muito bonita de aprendizado. Já tinha acompanhado pós-parto das minhas 3 irmãs, mas todas tiveram seus filhos por cesariana. Fiquei encantada com o pós-parto de quem passou por um parto natural, sem intervenções, sem nem ter laceração.
Minha amiga estava bem, alegre, sem dores. Percebi nela uma grande vitalidade, muito diferente de uma recuperação cirúrgica, onde mal se consegue manter a postura ereta e levantar da cama é torturante. A barriga dela ficou muito pequena, achei impressionante! Quase normal, só um pouco molinha. Óbvio que ela estava cansada, o início da amamentação não é fácil, é dolorido, as noites são exaustivas, mas o semblante dela era outro. De prazer, de vivacidade. Mais um ponto a favor do parto natural!
O bebê era lindo e sereno e gordinho. Curti demais. Mas algo me chamava de volta pra casa. Uma saudade do ninho, do meu companheiro, da minha casa. Uma vontade de reclusão, de estar comigo mesma. Uma outra amiga fez um trocadilho perfeito: vontade de ficar chocando. E foi isso mesmo.
Gastei algumas muitas Dilmas e antecipei a passagem. Ao invés de ficar 1 semana fora, fiquei menos de 4 dias.
Foi a melhor decisão que tomei...porque a 6a semana não foi moleza, não!
22/11/2013
A 4a semana ou A desconfiança ou A alegria
E a 4a semana é a primeira, na verdade, de gestação, né!
Porque uma gestação se conta a partir da data da última menstruação, mas sabemos que não engravidamos junto à menstruação. Logo tudo começa na 4a semana!
Aqui foi assim: a menstruação prevista para o dia 22/10, mas até então poderia atrasar uns dias sem significar nada.
Na madrugada do dia 22 para o dia 23 (quarta para quinta) teve uma grande ventania em alguns bairros do Rio, inclusive o que moro. Acordei de madrugada com portas batendo, os vidros da janela vibrando, o vento uivando. Levantei e fui tirar minhas plantinhas do parapeito, para evitar que caíssem com o vento, fechar as portas para não baterem.
Voltei pra cama no automático e deitei de bruços. Não aguentei! Uma sensibilidade imensa nos seios, doeu muito deitar de bruços. Uma coisa na barriga, uma sensibilidade diferente, parecia inchada...Sorri! Pensei, será? Não costumo sentir isso na TPM, coisa estranha...
Dia seguinte, tudo normal...mas a menstruação não veio. Tomei a decisão: se não vier até sexta-feira, farei o teste de xixi que eu tinha guardado.
Sexta-feira chegou e nada. Levantei antes do despertador e fiz o teste: uma linha muuuuuito fraquinha. Fiquei com medo de estar vendo coisas! Fui até o quarto acordar o marido e fazer a surpresa que planejei:
Dei esse body pro marido, assim que ele acordou. Ele achou o máximo, mas não entendeu que era o positivo! Quando eu falei, vibramos muito, mas ele ainda estava custando a acreditar.
Fiz o exame de sangue e estava lá, positivo. Saímos pra jantar pra comemorar e foi uma delícia, só alegria!!!
No final de semana contamos às famílias (pais e irmãos) e pedimos discrição até a primeira ultrassonografia. Recebemos muito carinho, foi uma delícia!
Resumo da 4a semana: só alegria!!!!
P.s.: O body é de uma loja virtual maravilhosa, a Marré deci. A dona é a Marina, um amor, sempre solícita nos emails e muito carinhosa. Uma mãe empreendedora que vale muito a pena apoiar. E para os nerds (como nós aqui de casa) é um prato cheio...muito Star Wars, Star Trek, rock e coisas bacaninhas.
Esta expressão, Bazinga, pra quem não sabe, é falada pelo Sheldon, do seriado The Big Bang Theory, quando consegue pegar alguém numa piada ou pegadinha!
Aqui foi assim: a menstruação prevista para o dia 22/10, mas até então poderia atrasar uns dias sem significar nada.
Na madrugada do dia 22 para o dia 23 (quarta para quinta) teve uma grande ventania em alguns bairros do Rio, inclusive o que moro. Acordei de madrugada com portas batendo, os vidros da janela vibrando, o vento uivando. Levantei e fui tirar minhas plantinhas do parapeito, para evitar que caíssem com o vento, fechar as portas para não baterem.
Voltei pra cama no automático e deitei de bruços. Não aguentei! Uma sensibilidade imensa nos seios, doeu muito deitar de bruços. Uma coisa na barriga, uma sensibilidade diferente, parecia inchada...Sorri! Pensei, será? Não costumo sentir isso na TPM, coisa estranha...
Dia seguinte, tudo normal...mas a menstruação não veio. Tomei a decisão: se não vier até sexta-feira, farei o teste de xixi que eu tinha guardado.
Sexta-feira chegou e nada. Levantei antes do despertador e fiz o teste: uma linha muuuuuito fraquinha. Fiquei com medo de estar vendo coisas! Fui até o quarto acordar o marido e fazer a surpresa que planejei:
Dei esse body pro marido, assim que ele acordou. Ele achou o máximo, mas não entendeu que era o positivo! Quando eu falei, vibramos muito, mas ele ainda estava custando a acreditar.
Fiz o exame de sangue e estava lá, positivo. Saímos pra jantar pra comemorar e foi uma delícia, só alegria!!!
No final de semana contamos às famílias (pais e irmãos) e pedimos discrição até a primeira ultrassonografia. Recebemos muito carinho, foi uma delícia!
Resumo da 4a semana: só alegria!!!!
P.s.: O body é de uma loja virtual maravilhosa, a Marré deci. A dona é a Marina, um amor, sempre solícita nos emails e muito carinhosa. Uma mãe empreendedora que vale muito a pena apoiar. E para os nerds (como nós aqui de casa) é um prato cheio...muito Star Wars, Star Trek, rock e coisas bacaninhas.
Esta expressão, Bazinga, pra quem não sabe, é falada pelo Sheldon, do seriado The Big Bang Theory, quando consegue pegar alguém numa piada ou pegadinha!
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